E se não puder revê-lo nunca mais?
Então todos os passos dados na estrada em busca daquele lugar bonito, com macieras e riachos, para resguardar nossas almas surradas, não passarão de um penhasco sinalizando a saída mais fácil.
Meios termos, tudo, nada, nunca, sempre. Está tudo tão indefinido e sem contornos, as coisas não tomaram formas inflexiveis e absolutas, não enquanto houver essa caminhada constante. As peças incertas, indefinidas, fora de seus encaixes, ocas, sem tonalidade alguma me deixam com medo; A ausência de cor que agora presencio, me deprime, me assusta. A falta daqueles olhos fundos me enfraquece.
Onde estão teus faróis que guiarão-me no caminho que dizias que eu teria que percorrer? Se dicestes que faltava pouco e que não irias abandonar-me, porque agora nessa cama fria só habitam suspiros de um pensar inexistente de tua presença?
O que existe é só um sentido trágico delineando as emoções corriqueiras dessas rotinas itediantes, e encaixar peças de algum momento sem que estejas aqui para marcá-los, sinto meu amor, é tarefa para depois.
Sabes que se tudo virar pó, ainda farei castelos na areia? E se o vento os derrubar, os refarei nos ares... mais não haverá fim.
Linda frase!
ResponderExcluir"sabes que se tudo virar pó, ainda farei castelo na areia..."
Beijos vou segir aki!
Segue la tb e comente sempre1